sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Você sabia que seu estabilizador pode estar danificando o seu computador?

Por Sérgio Oliveira RSS | 05.12.2013 às 18h11 - atualizado em 05.12.2013 às 19h30
estabilizador
Há décadas o estabilizador é visto como um item essencial ao bom funcionamento de computadores aqui no Brasil. Orientadas por técnicos e especialistas na área, nove em cada dez pessoas compram o aparelho quando adquirem seu primeiro computador. O motivo: evitar que instabilidades na rede elétrica afetem os componentes da máquina recém-adquirida. Afinal de contas, estabilizadores "estabilizam" o nível de tensão, corrente, etc, certo? Errado!
A verdade é bem mais triste do que se pode imaginar: na verdade os estabilizadores são os principais responsáveis pela queima de placas-mãe, processadores, pentes de memória e demais componentes dos computadores. Então por que existe essa aura de salvador da pátria em torno do estabilizador? Por que quando um componente queima as pessoas dizem "poderia ter sido pior se não fosse pelo meu estabilizador megazord" ao invés de culpá-lo? Nada melhor do que consultar o passado para entender o presente.

O que é um estabilizador? Por que ele existe?

Criado na década de 1940, o estabilizador surgiu com o propósito de minimizar os efeitos das oscilações da rede elétrica. Se ainda hoje algumas regiões sofrem com problemas de instabilidade na rede, imagine isso àquela época. É claro que os computadores estavam longe de ser uma realidade, mas alguns equipamentos eletrônicos, cujos componentes estavam vulneráveis a instabilidade elétrica, pediam o uso de um equipamento como o estabilizador. Não demorou muito e o aparelho foi largamente adotado.
É muito raro encontrar alguém que não use ou nunca tenha usado um estabilizador para ligar o computador
É muito raro encontrar alguém que não use ou nunca tenha usado um estabilizador para ligar o computador
Décadas depois, os computadores surgiram e seus componentes e periféricos demandavam cuidados extras para que não queimassem e fossem inutilizados. Por essa razão as pessoas e empresas passaram a conectar seus equipamentos ao estabilizador. A ideia é que o estabilizador atenuaria sobretensões ou subtensões, levando à fonte um valor apropriado à sua voltagem. Em casos de variações extremas, o estabilizador simplesmente "queimaria" um fusível, evitando a passagem de corrente elétrica.
Por muito tempo os estabilizadores foram recomendados por técnicos e especialistas, principalmente nos primórdios da informática em nosso país, quando as fontes trabalhavam a velocidades mais lentas que o equipamento eletrônico. A coisa virou senso comum e, apesar de hoje estudos comprovarem a ineficácia do aparelho, todos continuam acreditando no que antes era verdade.

Então o que acontece de verdade quando uso um estabilizador?

Hoje a coisa mudou de figura e as fontes mais modernas dos computadores trabalham a velocidades muito, mas muito superiores à de um estabilizador. Basta verificar a etiqueta de qualquer estabilizador para ver que a velocidade de trabalho da maioria deles gira em torno dos 60 Hz, o que faz com que ele demore aproximadamente 0,008 segundos para responder a qualquer anormalidade na rede elétrica.
Por outro lado, as fontes de um computador comum trabalham a 100 KHz (ou seja, 100.000 Hz) e as mais poderosas, geralmente utilizadas por gamers, atingem a incrível velocidade de 400 KHz (ou 400.000 Hz), o que é infinitamente superior ao estabilizador. A coisa fica mais discrepante quando o tempo de reação de uma fonte dessas é analisado e comparado ao do estabilizador: são necessários apenas 0,0001 segundos para corrigir qualquer surto elétrico.
Além de potentes, as fontes atuais são infinitamente mais rápidas do que os estabilizadores e por isso identificam e corrigem falhas na rede elétrica mais rapidamente
Além de potentes, as fontes atuais são infinitamente mais rápidas do que os estabilizadores e por isso identificam e corrigem falhas na rede elétrica mais rapidamente
Dessa forma, é correto afirmar que o seu estabilizador vai demorar mais tempo para identificar um surto na rede elétrica porque ele é mais lento. Nesse meio tempo, inevitavelmente o ruído gerado pela instabilidade da rede será transmitido à sua fonte, como se não houvesse estabilizador algum. A fonte, por sua vez, fará a correção do problema rapidamente, pois é mais rápida. Após um período de tempo, finalmente seu estabilizador perceberá o que aconteceu com a rede elétrica e tentará "corrigir" o problema, assim mesmo, entre aspas. Isso porque ele não corrige oscilações na rede elétrica e o ruído é passado novamente para a fonte, que vai ter que corrigir o novo problema gerado pelo estabilizador.
Por esses motivos, a fonte acaba trabalhando dobrado, esquenta mais e, consequentemente, terá sua vida útil reduzida.

Sendo assim, o que devo utilizar para proteger meu computador? Um filtro de linha?

Sim, aquele filtro de linha que você usa como extensão no seu quarto ou escritório pode ser a solução emergencial mais acessível para a maioria. Muitos usuários o recomendam expressamente.
Geralmente utilizados apenas como extensão, os filtros de linha (ou réguas) deixam a fonte do computador lidar com as oscilações de energia por conta própria, não interferindo no seu funcionamento. No entanto, o aparelho dispõe de um pequeno fusível para evitar que curtos circuitos causem queima dos componentes por sobretensão.
Geralmente utilizados apenas como extensão, os filtros de linha (ou réguas) deixam a fonte do computador lidar com as oscilações de energia por conta própria, não interferindo no seu funcionamento. No entanto, o aparelho dispõe de um pequeno fusível para evitar que curtos circuitos causem queima dos componentes por sobretensão.
A verdade sobre os filtros é que, assim como os estabilizadores, eles não estabilizam coisa alguma, mas em compensação não tentam realizar uma tarefa que não lhes cabe. Com isso, a fonte do computador fica livre para fazer o serviço dela e corrigir qualquer surto ou instabilidade na rede elétrica o mais rápido possível. Somente em casos de sobretensão extrema é que o acessório entra em ação, bloqueando a passagem de corrente elétrica pelo fusível que, a essas alturas, estará queimado.
Outros modelos de filtro oferecem proteção extra contra ruídos eletromagnéticos, mas infelizmente estes são extremamente raros e difíceis de serem encontrados no Brasil. Em um dia de sorte, pode-se encontrá-los por, no mínimo, R$ 150.
Embora haja ampla recomendação do seu uso pela comunidade, infelizmente os filtros de linha não chegam a caracterizar a solução ideal de proteção aos componentes de um computador.

Estou disposto a proteger meu computador a qualquer custo. Qual a solução ideal para mim?

O No-Break! Ele é mais caro que qualquer estabilizador ou filtro de linha, no entanto é capaz de manter o computador ligado mesmo quando a energia acabar. A façanha é alcançada graças a uma bateria interna que fica carregada e a postos para assumir o fornecimento de energia aos aparelhos conectados ao No-Break quando ocorrer algum problema na rede.
Ou seja, mesmo que acabe a energia, o No-Break conseguirá fornecer energia ao computador por alguns minutos ou horas, dependendo do tipo: offline ou online.
Os No-Breaks são a proteção ideal contra qualquer tipo de problema e falha na rede elétrica. Os tipos são dois: online e offline e suas baterias variam bastante de tamanho
Os No-Breaks são a proteção ideal contra qualquer tipo de problema e falha na rede elétrica. Os tipos são dois: online e offline e suas baterias variam bastante de tamanho
Os modelos de No-Break Offline são os mais comuns e mais acessíveis, já que a autonomia de suas baterias é baixa e fornece energia por poucos minutos. Para esses modelos, a bateria interna só entra em ação alguns milisegundos após a queda de energia, o que otimiza seu tempo de vida útil, mas gera pouca confiabilidade por causa desse pequeno espaço de tempo.
Quanto aos No-Breaks Online, são bem mais caros e recomendados para uso profissional em servidores. Suas baterias são mais robustas e têm autonomia variável, podendo oferecer até algumas horas de energia. Por ficarem ligadas diretamente à tomada, oferecem maior confiabilidade que os modelos Offline, pois os aparelhos são alimentados diretamente por ela. O incoveniente é que, por causa disso, sua vida útil é bastante abreviada e o preço de manutenção é outro fator limitante à sua adoção por usuários domésticos.
Independente do tipo escolhido, é certo que o usuário estará protegido contra quatro defeitos da rede elétrica:
  • Surtos de tensão;
  • Queda de tensão;
  • Queda na energia;
  • Oscilação da frequência.

Agora meu estabilizador vai para o lixo?

Não necessariamente. Lembre-se que o uso do estabilizador não é mais recomendado para computadores com fontes modernas, que operam a uma velocidade maior que o aparelho. Caso você ainda possua um computador daqueles bem antigos, o uso do estabilizador pode continuar sendo recomendado. Verifique nas especificações da fonte a velocidade que ela opera e veja se vale a pena usar o estabilizador.
Uma outra opção é conectar outros aparelhos eletroeletrônicos ao estabilizador, principalmente se houver muitas oscilações e falhas na rede elétrica de sua região. Apenas certifique-se que o estabilizador opera, no mínimo, na mesma velocidade que eles e tem potência suficiente para alimentá-los.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/materia/hardware/Afinal-de-contas-para-que-servem-os-estabilizadores/#ixzz3QLwJPT7b
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Cabos elétricos de longa distância – a bitola certa!

"Como podem perceber no texto, não precisamos nos preocupar com perdas de tensão pela distancia nas instalações residenciais, pois a perda de tensão é pequena considerando a perda em quilômetros nas linhas de transmissão".
 
- Exemplo:  Ao utilizar um bomba d’água, tipo ANAUGER 900 – 220V, a uma distância de 180 metros qual a bitola do fio ou cabo necessário para que este não tenha fuga de energia.


Na verdade a FUGA DE CORRENTE em cabos elétricos de longa distância se traduz em queda de tensão e aumento da corrente em ampères devido a RESISTÊNCIA à passagem dos elétrons pelo condutor (fio) de acordo com a distância a ser percorrida.
Neste caso descrito por você, a distância de 180 metros em rede de 220 volts, não vai haver uma queda acentuada da tensão em volts, bastando para isso utilizar a bitola correta dos cabos condutores (fios).
A bomba Anauger 900 tem uma potência de 450 watts e funcionando em 220 volts, tem como corrente o valor de 2,04 ampères.
De acordo com as normas técnicas, quanto menor for a seção (bitola) do condutor (fio), maior será a sua resistência elétrica, e consequentemente maior a perda de energia ao longo do percurso.
A Fábrica PIRELLI diz que a queda de tensão em seus cabos condutores é o seguinte na tabela calculada por seus técnicos e utilizada como parâmetro por muitos eletricistas:

Bitola          Resistência por Quilometro (Km)       Queda de tensão p/quilometro(km)
1,5 mm²                      12,1 Ohm                       23,9 volts
2,5 mm²                       7,41 Ohm                      14,7 volts
4,0 mm²                       4,61 Ohm                        9,2 volts

Portanto no seu caso, como a distância não é muito longa (180 metros) e a corrente de trabalho da Bomba Anauger é de 2,04 ampères, a queda de tensão será mínima, desde que se houverem emendas, elas devem estar bem feitas e justas, sem mau contato, e devidamente isoladas com fita isolante de boa qualidade.
Se a emenda for ao ar livre, sugiro a utilização de fita isolante de AUTO FUSÃO, que é de uso especial e um pouco mais cara, pois evita a penetração de umidade nas emendas.
Sua utilização é a seguinte: quanto mais você a esticar, mais ela adere no fio condutor, pois quando ela estica, acontece uma reação química em que ela se aquece um pouco, tornando a emenda firme e uniforme à medida que você enrola em volta da emenda.
Quanto ao calibre ou bitola do cabo condutor (fio), utilize a maior bitola possível, para prevenir possível queda de tensão e aumento da corrente ao aciona-la, devido ao pico de tensão na partida.
Eu aconselho a utilizar o condutor de 4 mm² de seção ou no mínimo o de 2,5 mm².
Assim você estará despreocupado e não terá problemas futuros na rede elétrica da bomba.

Arco elétrico

Um arco elétrico (AO 1945: arco eléctrico) é resultante de uma ruptura dielétrica de um gás a qual produz uma descarga de plasma, similar a uma fagulha instantânea, resultante de um fluxo de corrente em meio normalmente isolante tal como o ar. Um termo arcaico para ele é arco voltaico como usado na expressão lâmpada de arco voltaico, já o termo popular mais utilizado (errôneamente) é curto-circuito.
O arco ocorre em um espaço preenchido de gás entre dois eletrodos condutivos (freqüentemente feitos de carbono ) e isto resulta em uma temperatura muito alta, capaz de fundir ou vaporizar virtualmente qualquer coisa.
Em uma visão comercial, arcos elétricos são usados para soldagem, corte a plasma, e como uma lâmpada de arco voltaico em projetores de filme e holofotes. Fornos a arco elétrico são usado para produzir aço e outras substâncias. O Carbureto de cálcio é feito desta forma por requerer um grande aporte de energia para promover uma reação endotérmica (a uma temperatura de 2500 °C).
Arcos elétricos de baixa pressão são usados para iluminação, por exemplo na forma de lâmpadas fluorescente, lâmpadas de vapor mercúrio e sódio, lâmpadas de câmera de flash, monitores de plasma e letreiros de néon
Arcos elétricos indesejáveis podem levar a deterioração de sistemas transmissão de energia elétrica e equipamentos eletrônicos.


Arco eléctrico entre trilho electrificado e o contacto eléctrico em um trem do metro londrino.

Exemplos

  • O relâmpago da trovoada é um arco eléctrico de grandes dimensões que permite se escapem as cargas eléctricas entre as nuvens ou entre as nuvens e a terra
  • A soldura eléctrica (Soldagem) a arco produzem uma grande quantidade de calor bem localizada o que provoca a fusão dos materiais
  • O forno a arco utilizados na metalurgia para a fusão de metais
  • Arco elétrico provocado por curto-circuito em equipamentos elétricos devido a acúmulo de sujeira, cavacos, água, presença de insetos ou outros animais.
  • A norma IEC 61641 regulamenta painéis de baixa tensão à prova de arco interno e contempla critérios para segurança pessoal e estrutural com os comportamentos adequados quando da ocorrência de arcos elétricos.

Curto-Circuito

A principal diferença entre arco elétrico e curto-circuito está na sua concepção de causa e efeito. Em vias gerais, o arco elétrico (efeito) é a resultante de um processo de curto-circuito (causa).

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

É verdade que o Sol vai morrer?



É, sim - e , sem ele, a vida na Terra não tem chance de sobrevivência. Mesmo que a humanidade conseguisse inventar um Sol artificial, o verdadeiro provavelmente engoliria nosso planeta em seu processo de extinção. A data da tragédia já está marcada, porque é possível deduzir, mais ou menos, quando o combustível do Sol irá acabar: por volta do ano 7 500 000 000. Hoje, a estrela gera energia queimando 282 bilhões de toneladas de hidrogênio do seu núcleo por minuto. Mas, daqui a 7,5 bilhões de anos, o hidrogênio vai rarear e o Sol, para tentar uma sobrevida, terá de começar a queimar hidrogênio de fora do núcleo - além de consumir suas próprias cinzas, ou melhor, o que resta de sua combustão: os átomos de hélio. Assim, a pressão de dentro para fora será tão grande que obrigará a estrela a se expandir. Essa gigantesca bola incandescente crescerá até ocupar as órbitas de Mercúrio e de Vênus - e a da Terra também deverá entrar na roda.
Mesmo que isso não aconteça, a essa altura as temperaturas absurdamente altas já terão acabado com todas as formas de vida imagináveis. "A própria atmosfera se desprenderá", diz o astrônomo Roberto Dias da Costa, da Universidade de São Paulo (USP). Está cientificamente comprovado que essa caminhada do Sol para a morte já começou. A cada bilhão de anos, ele fica 10% mais quente. Só isso bastaria para fazer boa parte dos oceanos evaporar. Em 3 ou 4 bilhões de anos, as nuvens ficariam tão pesadas que armariam um efeito-estufa parecido com o de Vênus, onde o calor mal consegue escapar, deixando o planeta tórrido. Nesse momento, toda a água líquida já teria fervido - e a temperatura terrestre, de centenas de graus Celsius, seria suficiente para derreter chumbo, torrando todos os habitantes. Como se não bastasse, o Sol passaria a crescer loucamente.
Por isso, em poucos milhões de anos, a própria estrela não agüentará mais seu próprio tamanho e acabará se contraindo violentamente, até virar uma estrelinha do tipo anã branca, que não é maior que a Terra. Mesmo que não acabe cremado, nosso planeta nunca voltará a ser azul.

Destruição anunciada Expansão do Sol engolirá planetas

  1 - Paraíso
Com temperaturas amenas, que hoje raramente passam de 40 °C, a Terra pode contar com água líquida. Sem ela, nenhuma forma de vida conhecida teria sido possível. Mas essa situação não vai durar para sempre...

2 - Purgatório
Nos próximos 2 bilhões de anos, o aumento do brilho solar fará a temperatura média ficar, no mínimo, dezenas de graus Celsius mais alta. O gelo dos pólos derreterá e, em seguida, será a vez de o próprio oceano começar a evaporar

3 - Inferno
Em 3 ou 4 bilhões de anos, com o Sol três vezes maior do que hoje, os oceanos terão certamente entrado em fervura. O efeito estufa fará a temperatura chegar a centenas de graus Celsius. Sem água líquida, a vida acabará de vez

4 - Apocalipse
Com tudo isso, daqui a algo entre 5 bilhões e 7,5 bilhões de anos o Sol se transformará em uma estrela de dimensões absurdamente maiores, do tipo das chamadas gigantes vermelhas. Um calor mortal varrerá a atmosfera. A Terra se tornará equivalente a um mero asteróide - e provavelmente acabará engolida pela estrela que lhe deu vida
Hoje, o diâmetro do Sol é de 1 390 000 quilômetros. Na transformação que levará à extinção da estrela, essa medida poderá ultrapassar 300 milhões de quilômetros, absorvendo Mercúrio, Vênus e a Terra. Precisaríamos de uma página com 2 metros de largura para mostrar essa expansão na escala certa.

Mercúrio 58 milhões de quilômetros

Vênus 108 milhões de quilômetros

Terra 150 milhões de quilômetros

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Paradox


Os sensores com o cabo de Alarme ( Amarelo ) são ligados com resistor 2k2 em série diretamente no borne de Zona na Placa Central. O cabo Tamper ( Verde ) ligado ao borne comum. Sem resistor, não sendo necessário ligações diretamente ao sensor.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Ar condicionado do carro.

  Video muito bacana mostra como funciona o Ar Condicionado para carros:



 Por que o consumo de gasolina é maior: 

O Ar condicionado faz o carro gastar mais combustível, pois ele utiliza um compressor mecânico, que é acoplado na correia do motor, ou seja, quando acionado, ele "rouba" energia mecânica do motor para funcionar, fazendo com que o motor perca potência. Com a falta de potência, a tendência dos motoristas é pisar mais no acelerador, fazendo com que o motor consuma mais combustível

sábado, 22 de novembro de 2014

Como reinstalar o Windows 7 sem alterar suas configurações pessoais, programas instalados e Drivers

Como reinstalar o Windows 7 sem alterar suas configurações pessoais, programas instalados e Drivers:
reinstalar o windows 7, sem perder as configurações O Windows tem uma tendência a acumular erros e problemas ao longo do tempo. Embora parte dessa desgaste virtual e lágrima pode ser adiada por manutenção do sistema rigoroso e manter o malware no portão, o tempo virá quando você será forçado a reinstalação do sistema.
A re-instalação do Windows é um processo tedioso. É preciso tempo e uma vez que a nova instalação está no lugar, você basicamente começar do zero. Os arquivos de usuário são eliminados e têm de ser restaurado, os programas precisam ser re-instalado, e preferências pessoais têm de ser criada mais uma vez. Uma vez que o 'setup perfeito "é um trabalho em andamento, impulsionada por todos os tipos de atualizações e novos gadgets, criando uma imagem do seu sistema operacional é um desperdício de tempo. E como o tempo passa, o pesadelo vai começar tudo de novo. Exceto se houvesse uma maneira de re-instalar o sistema operacional e corrigir sistema baseado em questões sem perder todas as suas coisas ....
Começando com o Windows XP, a Microsoft vem oferecendo o que é chamado de "non-destructive capacidade reinstalar" para Windows. É uma forma de re-instalar o sistema operacional sem alterar os dados do usuário, configurações e preferências, incluindo programas instalados e drivers. Após a re-instalação do Windows com este método, você irá registrar em seu cliente como se nada tivesse acontecido, exceto que todos os arquivos de sistema foram 'updated', o que quase equivale a uma nova instalação.

Prefácio: O Que Você Precisa

  • DVD de instalação do Windows 7.
  • chave de produto original de 25 caracteres.
  • mínimo de 12.869 MB de espaço livre na unidade do sistema (C:)
  • inicializável instalação do Windows 7.
Se você não tem um DVD de instalação para a edição do Windows 7, não há problema em emprestar um ou criá-lo com um download torrent. O importante é que você atualmente executar uma cópia genuína do Windows 7.
A chave de produto normalmente pode ser encontrada em um adesivo no seu computador. Se você não encontrar e não sei a chave do produto original que não é OK para usar outra chave do produto! Você pode, no entanto, recuperar todas as chaves de produto de sua instalação atual, incluindo o próprio sistema operacional, usando Bean Keyfinder ou uma das ferramentas listadas neste artigo: três maneiras de recuperar números de série no Windows .
Para a instalação não-destrutiva para o trabalho, você deve ser capaz de inicializar no Modo Windows 7, cheio não é seguro. Eu também recomendo para preparar um backup dos seus dados antes de tentar re-instalar.

Passo 1: Desinstalar Service Pack 1

Executando o SP1 pode causar problemas ao executar uma non-destructive re-instalação com um DVD de instalação que não contêm o SP1. É, portanto, recomendado para desinstalar o SP1 antes de prosseguir.
  • Vá para Programas>> Iniciar> Painel de controle e recursos ou> Programas> Desinstalar um programa.
  • Clique no lado esquerdo> Exibir atualizações instaladas
  • Select> Service Pack para o Microsoft Windows (KB976932) e clique em> Desinstalar.
reinstalar o windows 7, sem perder as configurações

Passo 2: Configuração Run No Modo de Compatibilidade

Este passo é opcional. Você pode ignorá-lo e voltar a ela se necessário. O relatório de compatibilidade pré-instalação não pode deixá-lo avançar devido ao seguinte problema:
Sua versão atual do Windows é mais recente que a versão que você está tentando fazer upgrade. Windows não pode concluir a atualização.
Para evitar esse erro:
  • Ir para Computador> botão direito do mouse sobre o DVD de instalação e selecione Opções> Abrir.
  • Botão direito do mouse no arquivo setup.exe> ​​e escolha Propriedades>.
  • Alterne para a guia de compatibilidade> e verificar> Executar este programa em modo de compatibilidade para: e pegar> Windows Vista (Service Pack 2) da lista.
  • > Clique em OK e clique duas vezes> setup.exe para iniciar a instalação.
reinstalar o Windows sem perder tudo

Passo 3: Execute Setup

Quando você executa o setup.exe a partir do DVD, o Windows perguntará se você deseja permitir que o programa para fazer alterações em seu computador. > Clique em Sim para continuar.
reinstalar o Windows sem perder tudo
Na próxima clique em Windows> Instalar agora para iniciar a instalação.
reinstalar o Windows sem perder tudo
De instalação do Windows vai agora avançar com a cópia de arquivos temporários e executando uma verificação de compatibilidade. Quando apresentado com a tela de seleção de primeira (veja imagem abaixo), selecione a primeira opção para> ir online e obter as últimas atualizações, então> aceitar os termos da licença e pressione Next> para continuar.
como reinstalar o windows 7

Passo-chave: Tipo de Instalação Selecione Atualizar

Selecione> Upgrade quando perguntado qual o tipo de instalação que deseja.
atualizar windows 7
Você não está realmente a atualização, mas sim a instalação do mesmo sistema operacional sobre a instalação existente. No entanto, desde que você selecionou upgrade, seus arquivos, configurações e programas serão deixados em paz. A instalação demora cerca de uma hora e será re-boot vezes o sistema várias vezes durante o processo.
como reinstalar o windows 7
Finalmente, você será solicitado a digitar a chave do produto e depois de passar por alguns ajustes básicos e re-iniciar o Windows mais uma vez, você vai finalmente ser capaz de entrar em sua conta atualizada de idade.
como reinstalar o windows 7
Quando você entrar em sua conta, você também vai ser solicitado a ativar sua conta. Faça isso imediatamente para evitar restrições.

Aftermath: Run Updates, Upgrade Internet Explorer e instalar o SP1

Várias coisas foram alteradas quando o sistema foi atualizado. Você foi revertida para a versão do Service Pack no seu DVD de instalação (provavelmente pré-SP1) e Internet Explorer foi rebaixado para a versão 8 (no caso você estava executando IE9).
Ir para> Iniciar> Painel de Controle> Windows Update ou> Sistema e Segurança> Windows Update e clique em> Instalar atualizações. Você terá que reiniciar e passar por este processo várias vezes para levar o seu sistema atualizado. Se você não vê nenhuma atualização, clique em> Verificar atualizações no lado esquerdo.
reinstalar o windows 7, sem perder as configurações
O procedimento de atualização todo me levou cerca de 90 minutos, que foi muito mais rápido e sem complicações muito menos do que uma completa re-instalação. Quais são suas experiências com o processo?