quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Veja truques do pen drive que pouca gente conhece

Os pen drives são práticos para levar seus arquivos para onde quiser, em um dispositivo compacto. Uma das vantagens é que ele possui diversos modelos com armazenamentos que vão desde 1 GB até mais de 100 GB nos tops. Mas além disso, os pequenos pen drives também são úteis para funções inusitadas, como dar boot no computador, entrar na Internet, manter seus dados seguros e mais. Confira uma lista com seis dicas.

1) Mais segurança aos arquivos
Os pen drives podem ser criptografados para manter seus dados mais importantes seguros de olhares curiosos. Dessa forma, será necessário adicionar uma senha pessoal para acessar os arquivos, ao invés de apenas plugar para abrir. O recurso é feito por meio do computador, com programas especializados.

Crie um pen drive criptografado que precisa de senha para acessar os arquivos (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Crie um pen drive criptografado que precisa de senha para acessar os arquivos 
 
Neste tutorial usamos o BitLocker, ferramenta presente nas versões mais recentes do Windows. Confira os passos a seguir e aprenda a colocar senha no seu pen drive, protegendo-o contra bisbilhoteiros e pessoas mal intencionadas.
Passo 1. Insira o pen drive no computador. Clique no menu Iniciar e entre no Painel de Controle;
Caminho para acessar Painel de Controle no Windows (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Caminho para acessar Painel de Controle no Windows (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 2. Clique em Sistema e Segurança e, na sequência, acesse Criptografia de Unidade de Disco BitLocker;
Opção Criptografia de Unidade de Disco BitLocker em destaque (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Opção Criptografia de Unidade de Disco BitLocker em destaque (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 3. Localize a unidade do pen drive (neste exemplo, é a H:) e clique no link Ativar BitLocker;
Por que meu pen drive não pode ser formatado? Comente no Fórum do TechTudo.
Janela principal do recurso BitLocker (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Janela principal do recurso BitLocker (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 4. Aguarde alguns segundos para que o BitLocker inicie o pen drive. Na janela a seguir, marque a caixa “Usar senha para desbloquear unidade” e crie uma senha forte. Clique no botão Avançar;
Criação da senha que irá proteger o pen drive (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Criação da senha que irá proteger o pen drive (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 5. Em seguida, escolha uma forma de armazenar a chave de recuperação - salvar o código em um arquivo ou imprimi-lo - e clique em Avançar;
Escolha do método de armazenamento da chave de recuperação (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Escolha do método de armazenamento da chave de recuperação (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 6. Certifique-se de que todos os arquivos do pen drive estão fechados e pressione o botão Iniciar Criptografia;
Janela de início da criptografia do pen drive (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Janela de início da criptografia do pen drive (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Janela de início da criptografia do pen drive (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 7. Aguarde o processo de criptografia - o tempo varia conforme o tamanho da unidade, demorando em média 30 minutos. Ao terminar, pressione o botão Fechar;
Janelas durante e ao final da criptografia do pen drive com BitLocker (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Janelas durante e ao final da criptografia do pen drive com BitLocker (Foto: Reprodução/Raquel Freire)
Passo 8. Pronto, seu pen drive está criptografado e agora requer uma senha para acessar seus dados.
 
2) Segurança no PC
O programa Predador pode ajudar a manter seu computador mais seguro usando um pen drive. Ele transforma o dispositivo portátil em uma chave de acesso para a máquina, que é atualizada automaticamente, monitorando o funcionamento do sistema. Ao desplugar o pen drive o PC será bloqueado, sem comandos do mouse e teclado. Dessa forma, você evita que bisbilhoteiros acessem seus dados pessoais.
Use o pen drive como uma chave de acesso para o computador (Foto: Divulgação/Kingston)Use o pen drive como uma chave de acesso para o computador (Foto: Divulgação/Kingston)
3) Entrar na Internet
É possível copiar as informações da sua rede sem fio para pré-programar o acesso por meio de um pen drive. Dessa forma, o usuário não perde tempo configurando em cada computador os dados de Internet. O processo é feito pelo próprio sistema, de forma simples e gratuita. Para saber como funciona, confira este tutorial.
Encontre o Local do arquivo dentro do pendrive (Foto: Reprodução/Barbara Mannara) (Foto: Encontre o Local do arquivo dentro do pendrive (Foto: Reprodução/Barbara Mannara))É possível salvar configurações de rede no pen drive (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
4) Up na memória RAM
O pen drive também pode ser usado para ajudar na memória RAM do computador e aumentar a velocidade de processamento. O programa eBoostr pode ser útil nesse quesito, já que ele cria um método de expansão da RAM via a porta USB 2.0. Assim, as máquinas mais antigas, por exemplo, podem encontrar no dispositivo um aliado para combater a lentidão na máquina.
O pen drive pode ajudar a deixar o computador mais rápido expandindo a memória RAM (Foto: Pond5)O pen drive pode ajudar a deixar o computador mais rápido expandindo a memória RAM (Foto: Reprodução/Pond5)
5) Pen drive para não lotar o armazenamento do celular
Sabia que existe pen drive para celular? É isso mesmo. Quem comprou um smart com pouco armazenamento, por exemplo, pode usar o dispositivo compacto para guardar fotos, vídeos e demais arquivos e levar para qualquer lugar, sem precisar de um computador. Ele é plugado diretamente na entrada do celular, micro USB ou Lightning.

Pen drive para expandir o armazenamento do smartphone (Foto: Divulgação/Multilaser)Pen drive para expandir o armazenamento do smartphone (Foto: Divulgação/Multilaser)
6) Servir como disco de inicialização no computador (boot)
Está precisando de um novo Windows no computador? Saiba que o pen drive pode ser usado para instalar o sistema operacional na máquina. O processo pode ser feito para dar boot com o Windows 10, plataforma mais recente da Microsoft, liberada gratuitamente para usuários. É possível ainda formatar um PC com o pen drive e mais.

Pen drive pode ser usado para dar boot, instalar o Windows 10 e formatar o computador (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)Pen drive pode ser usado para dar boot, instalar o Windows 10 e formatar o computador (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Crie uma máquina virtual do seu sistema



Uma das formas mais eficientes de garantir a segurança do computador é através da utilização de máquinas virtuais – aplicativos que simulam o uso de um sistema operacional completo, sem gravar permanentemente nenhuma das mudanças feitas.
Além de permitir rodar simultaneamente dois sistemas operacionais (permitindo situações como rodar o Windows 7 em um computador MAC, por exemplo), as máquinas virtuais são o ambiente perfeito para testar programas – afinal, se der algum problema ou o aplicativo se revelar um perigoso vírus, nenhum arquivo importante corre risco de ser perdido.
Neste artigo ensinamos como preparar o sistema operacional instalado em sua máquina para poder utilizá-lo como uma máquina virtual. O objetivo é permitir o emprego de um ambiente seguro onde seja possível testar programas ou navegar pela internet sem o risco de danificar permanentemente nenhum arquivo importante – além de apagar de vez qualquer rastro que possa ser deixado durante o uso de programas ou quando se acessa alguns sites.
Pré-requisitos:
Para criar um ambiente pronto para ser utilizado por uma máquina virtual a partir dos parâmetros do próprio computador será preciso instalar no mínimo dois softwares – um para a criação e outro para navegar pela máquina virtual.
O aplicativo indispensável para o processo é o Paragon Go Virtual, que pode ser baixado clicando no link abaixo:
Na hora de utilizar a máquina virtual, há três opções compatíveis: VMware Workstation, Microsoft Virtual PC e Oracle VM Virtual Box. Abaixo estão os links para download de cada programa – é necessário instalar somente um deles, portanto escolha o que está mais adaptado às suas necessidades. Para confeccionar este artigo, optamos pelo Oracle VM Virtual Box.
Como transformar o sistema em uma máquina virtual
Após instalar o Paragon Go Virtual e o programa para navegar na máquina virtual de sua preferência, abra o Paragon e siga os passos abaixo:
1) Na janela principal do programa, selecione a opção “P2V Copy” para iniciar a transferência do sistema operacional e dados do computador para um ambiente virtual;
2) O passo seguinte é especificar quais unidades de disco devem ser analisadas para a criação da imagem virtual. Dispositivos móveis e até mesmo máquinas virtuais montadas podem ser levados em conta durante esta etapa;
3) Após alguns segundos de análise será mostrada a lista de sistemas operacionais disponíveis (escolha o de sua preferência) e a opção de selecionar qual dos três programas de máquina virtual será utilizado posteriormente (VMWare Workstation, Microsoft Virtual PC ou Oracle VM Virtual Box);
4) No passo seguinte, escolha a versão do programa de máquina virtual que possui instalado no computador e defina um nome para a versão virtual do sistema operacional que será criada. Não se esqueça de definir o quanto de memória RAM deve ser alocado para o uso da máquina virtual e qual núcleo do processador deve ser utilizado;
5) Em seguida, podem-se definir alguns detalhes como o espaço ocupado pela imagem virtual e o tipo de interface usada. Caso não tenha certeza do resultado de alguma mudança, deixe as configurações no padrão inicial;
6) O próximo passo é definir para qual lugar do disco rígido o resultado final do processo é enviado. Certifique-se de que há espaço suficiente em disco e procure selecionar uma pasta fácil de localizar;
7) Agora é só aguardar enquanto o programa monta a imagem virtual do sistema operacional instalado no computador. O processo costuma ser demorado, especialmente em máquinas mais antigas ou que possuam grande quantidade de dados gravados no disco rígido;
8) Após terminar o processo, abra o resultado em um dos programas de máquina virtual de sua preferência e comece a navegar em um ambiente idêntico ao do sistema operacional instalado, incluindo o acesso a seus arquivos favoritos e organização de pastas personalizada. Tudo isso com a vantagem de não ter que se preocupar com vírus ou problemas resultantes da instalação de algum aplicativo defeituoso;
9) Caso deseje alterar algum detalhe do ambiente virtual criado, não é preciso repetir todos os passos anteriores: basta acessar o Paragon Go Virtual, selecionar a opção “P2V Adjust OS” e selecionar o resultado criado para alterar suas propriedades livremente:

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O que é SSD? Drive de Estado Sólido.


(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O SSD (solid-state drive) é uma nova tecnologia de armazenamento considerada a evolução do disco rígido (HD). Ele não possui partes móveis e é construído em torno de um circuito integrado semicondutor, o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente dos sistemas magnéticos (como os HDs).
Mas o que isso representa na prática? Muita evolução em relação aos discos rígidos. Por exemplo, a eliminação das partes mecânicas reduz as vibrações e tornam os SSDs completamente silenciosos.
Outra vantagem é o tempo de acesso reduzido à memória flash presente nos SSDs em relação aos meios magnéticos e ópticos. O SSD também é mais resistente que os HDs comuns devido à ausência de partes mecânicas – um fator muito importante quando se trata de computadores portáteis.

 
(Fonte da imagem: Divulgação/SanDisc)

O SSD ainda tem o peso menor em relação aos discos rígidos, mesmo os mais portáteis;  possui um consumo reduzido de energia; consegue trabalhar em ambientes mais quentes do que os HDs (cerca de 70°C); e, por fim, realiza leituras e gravações de forma mais rápida, com dispositivos apresentando 250 MB/s na gravação e 700 MB/s na leitura.
Mas nem tudo são flores para o SSD. Os pequenos velozes ainda custam muito caro, com valores muito superiores que o dos HDs. A capacidade de armazenamento também é uma desvantagem, pois é menor em relação aos discos rígidos. De qualquer forma, eles são vistos como a tecnologia do futuro, pois esses dois fatores negativos podem ser suprimidos com o tempo.
Obviamente, é apenas uma questão de tempo para que as empresas que estão investindo na tecnologia consigam baratear seus custos e reduzir os preços. Diversas companhias como IBM, Toshiba e OCZ trabalham para aprimorar a produção dos SSDs, e fica cada vez mais evidente que os HDs comuns estão com seus dias contados.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Programas grátis transformam seu notebook em roteador Wi-Fi

Se você possui muitos gadgets, então sabe o valor de um roteador Wi-Fi para garantir acesso a Internet em todos eles. Infelizmente, nem sempre temos um desses aparelhos disponíveis, mas para esses casos existe uma solução: transformar seu computador em um roteador Wi-Fi. Confira uma lista de cinco programas gratuitos que podem transformar seu velho notebook em um ótimo roteador de rede.

Transforme seu computador em um roteador Wi-Fi (Foto: Reprodução/André Sugai)Transforme seu computador em um roteador Wi-Fi (Foto: Reprodução/André Sugai)

Free WiFi Hotspot (Windows)

O Free WiFi Hotspot é um programa leve, simples e gratuito. Com ele você poderá configurar e compartilhar sua internet via Wi-Fi. Para isto basta que seu computador tenha um placa Wi-Fi e esteja conectado à rede local da sua cada ou trabalho.
Conecte seus gadgets via Wi-FI (Foto: Reprodução/André Sugai)Conecte seus gadgets via Wi-FI (Foto: Reprodução/André Sugai)
Pacote de soluções do Baidu inclui função para compartilhar conexão (Foto: Reprodução/André Sugai)

Virtual Router Manager (Windows)
Com o Virtual Router Manager seu computador compartilhará seu sinal de Internet com um número ilimitado de dispositivos. O programa é simples e, apesar de gratuito, não apresenta publicidade.
Configure sua rede e tenha ilimitados aparelhos conectados (Foto: Reprodução/André Sugai)Configure sua rede e tenha ilimitados aparelhos conectados (Foto: Reprodução/André Sugai)

Connectify (Windows)

O Connectify é um programa para Windows que assim como os outros permite o compartilhamento de sua conexão de Internet. Possui versão gratuita e duas pagas, que oferecem recursos avançados.
Compartilhe sua conexão gratuitamente (Foto: Reprodução/André Sugai)Compartilhe sua conexão gratuitamente (Foto: Reprodução/André Sugai)

SDR Free Virtual Wifi Router (Windows)

O SDR Free Virtual WiFi Router é um programa leve que pode ser instalado no Windows XP, 7 e 8 e com poucos ajustes transforma sua máquina em um roteador gratuitamente. Ideal pela praticidade.
Programa roda no Windows XP, 7 e 8 (Foto: Reprodução/André Sugai)Programa roda no Windows XP, 7 e 8 (Foto: Reprodução/André Sugai)

Agora é com você. Avalie os programas, escolha o que melhor se adapta às suas necessidades e ao seu sistema e nunca mais se preocupe em carregar um roteador para todos os lugares.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O que é acesso remoto? Entenda tudo sobre conexão à distância

 
Acesso remoto é uma tecnologia que permite que um computador consiga acessar um servidor privado – normalmente de uma empresa – por meio de um outro computador que não está fisicamente conectado à rede. A conexão à distância é feita com segurança de dados em ambos os lados e pode trazer diversos benefícios para manutenção, por exemplo.
Na prática, essa tecnologia é o que permite acessar e-mails e arquivos corporativos fora do local de trabalho, assim como compartilhar a tela do seu computador em aulas ou palestras à distância, de modo a fazer com que o receptor visualize exatamente o que é reproduzido no computador principal e, por vezes, faça edições e alterações mediante permissão no PC.
Acesso remoto dá acesso seguro a servidores de empresas e possibilita controlar outras máquinas (Foto: Reprodução/VPNfires)Acesso remoto conecta servidores de empresas e permite controlar máquinas (Foto: Reprodução/VPNfires)
O acesso remoto também pode ocorrer via Internet, e controlar computadores de terceiros. Seu uso mais frequente é para suporte técnico de softwares, já que o técnico pode ver e até pedir permissões para manipular a máquina completamente sem estar diante do computador.
Utilizando as ferramentas adequadas, é possível acessar computadores com qualquer sistema operacional, em qualquer rede, a partir de desktop, smartphone ou tablet conectado.
Como funciona
A maneira mais comum de usar o acesso remoto é por meio de uma VPN (Rede Privada Virtual, e português), que consegue estabelecer uma ligação direta entre o computador e o servidor de destino – criando uma espécie de "túnel protegido" na Internet. Isto significa que o usuário pode acessar tranquilamente seus documentos, e-mails corporativos e sistemas na nuvem, via VPN, sem preocupação de ser interceptado por administradores de outras redes.
Acesso remoto mais comum é feito por meio de VPN, a rede privada virtual (Foto: Reprodução/Best VPN)Acesso remoto mais comum é feito por meio de VPN, a rede privada virtual (Foto: Reprodução/Best VPN)
Para criar uma VPN existem duas maneiras: por meio do protocolo SSL ou softwares. Na primeira, a conexão pode ser feita usando somente um navegador e um serviço em nuvem. No entanto, sem o mesmo nível de segurança e velocidade dos programas desktop. Já na segunda e mais comum forma de acesso remoto, é necessário um software que utiliza protocolo IPseg para fazer a ligação direta entre dois computadores ou entre um computador e um servidor. Nesse caso, a conexão tende a ser mais rápida e a segurança otimizada.
Ferramentas
Alguns sistemas operacionais oferecem recursos nativos de acesso remoto. No Windows, há suporte nas versões Professional, Enterprise e Ultimate. No Mac OS X, o Apple Remote Desktop dá conta do trabalho. Há outras alternativas para usuários de computadores Linux.
Para rodar em navegadores, há boas opções gratuitas disponíveis como o Screenleap, SkyFex, e outros de acesso remoto. Alguns nem necessitam de criação de conta para utilizar, portanto, basta que ambas as máquina acessem o serviço para serem habilitadas. Há também a opção de enviar um convite para a máquina a ser controlada antes de começar.
Os softwares próprios para VPN são mais comuns de serem usados. Programas como Team Viewer, LogMeIn (Windows ou Mac) ou Real VNC (Windows, Mac ou Linux) devem ser instalados tanto na máquina controladora (host) quanto no computador controlado (client). A conexão é criada automaticamente após serem dadas as permissões de ambos os lados; lembrando que podem ser necessários senhas e o IP das máquinas para logar.
Dispositivos móveis
Com a popularização dos dispositivos móveis, o acesso remoto vem sendo muito usado também em smartphones e tablets para controlar computadores pessoais. Usando clients no PC com Windows ou Mac OS X e aplicativos de host nos gadgets móveis, é possível ver tudo o que acontece com sua máquina e controlar funções, inclusive desligá-la, de qualquer lugar.
Hoje, VPNs podem ser criadas usando PC, Mac, Linux, Android e iOS (Foto: Reprodução/Astrill)Hoje, VPNs podem ser criadas usando PC, Mac, Linux, Android e iOS (Foto: Reprodução/Astrill)
Tanto o TeamViewer quanto LogMeIn têm versões para Android e iOS, com recursos completos de acesso remoto ao desktop e controle de máquina. É possível cadastrar vários computadores e controla-los à distância sem problemas, via conexão WiFi ou mesmo 3G.
O TeamViewer tem versões gratuitas para as duas plataformas mobile, enquanto o LogMeIn é pago para Android e gratuito para iOS, porém exigindo assinatura para utilização dos recursos. Donos de aparelhos Android e iPhone e iPad têm ainda diversas opções pagas e gratuitas em suas respectivas lojas. A maioria delas tem avaliações bastante positivas dos usuários.

Como acessar outro computador remotamente com o TeamViewer

Atualmente é inacreditável a quantidade de possibilidades ao se usar um computador conectado à internet. O acesso remoto, quando bem configurado, pode ser de extrema utilidade. Isso porque, como o nome já sugere, você pode acessar seu computador de onde quiser e quando bem entender.
Antigamente, devido à grande dificuldade para se configurar os computadores para o acesso remoto, além da velocidade das conexões, acessar o PC pela internet não era muito comum.
Hoje as conexões são cada vez mais velozes e os programas mais fáceis de serem usados. Um deles é o TeamViewer, utilizado no tutorial a seguir:
Pré-requisitos
  • TeamViewer instalado nos computadores e/ou dispositivos;
Clique para Baixar.
  • Conexão com a internet.
Primeiros passos
Antes de poder usufruir do programa, é uma boa ideia dar uma checada nas configurações. Assim, depois de instalar o TeamViewer nos dois computadores, abra o programa. Clique em "Extras" e selecione "Opções":
Abra as opções.
Tenha certeza de preencher seu nome de contato (1) para que os outros computadores o identifiquem nas conexões remotas. Você pode marcar para que o programa inicie com o Windows (2) e para que feche para a Barra de tarefas quando apertar o "X" (3):
Entre com suas configurações e dê Ok.
Tanto em "Controle Remoto" quanto em "Apresentação" ficam definições em relação à qualidade da imagem do computador que deve ser considerada. Também é possível remover o papel de parede e mostrar o cursor do outro computador. As "Regras de Acesso" configuram limites para a conexão remota:
Se você planeja enviar convites de conexão por email, pode preparar uma mensagem padronizada em "Convite Personalizado". O modelo é escolhido em "Template":
Acessar outro computador
Depois de configurar os dois programas, você já pode começar com o acesso remoto. Primeiro, vá até o computador que será acessado e copie a ID. Esse número deve ser colocado no TeamViewer que estiver aberto no computador que vai acessar o outro, em "Criar uma sessão":
As janelas de  conexão.
Após clicar em "Conexão ao parceiro", o programa pede a senha do outro computador (fornecida logo abaixo da ID):
Entre com a senha.
Se tudo foi feito corretamente, você pode enxergar a tela do outro PC. No topo da tela estão todas as ações do TeamViewer que podem ser executadas:
Acessando o outro PC.
(1) — "Ações" — permite que você troque de lado (o outro assume o controle), dê "Ctrl + Alt + Del" e desative a entrada remota;
(2) — "Ver" — escolha qualidade, forma da tela, monitor ativo e resolução;
(3) — Áudio/Vídeo — converse com a outra pessoa por voz, vídeo ou texto;
(4) — "Transferência de Arquivo" — abre uma janela para transferir arquivos entre si;
(5) — "Extras" — configurações de conexões VPN.
Acessando permanentemente
Como nem sempre você vai poder copiar ou pedir para que alguém forneça a ID e a senha do TeamViewer do outro computador, é possível definir configurações para acessar sempre que quiser.
Para ists, clique em "Extras" e vá a "Opções":
Abra as opções.
Depois, clique na guia "Segurança". Você deve definir uma senha permanente (1) e escolher o nível de acesso (2 e 4). Uma boa ideia é também criar uma lista negra e/ou branca de usuários que podem acessar o PC, ao clicar em "Configurar" (3):
Configurações de segurança
Na lista, basta adicionar todas as IDs que você pretende bloquear ou liberar o acesso. É claro que é mais fácil fazer uma lista apenas com os PCs para que você quer liberar as conexões remotas:
Listas de acesso.
Depois disso tudo, você só precisa criar uma sessão com a ID do computador e a senha permanente definida nas configurações, sem se esquecer de que o computador remoto precisa estar ligado para ser acessado.
Acesso remoto pelo iPhone, iPod Touch e iPad
O TeamViewer está disponível também para o computador da Apple (clique aqui para baixar) e iPhone (clique aqui). Isso faz com que o programa seja realmente flexível e você possa acessar o PC remotamente.
Para começar, instale o aplicativo no iPhone e execute-o. Na tela principal dele, entre com o ID do computador e a senha que foi dada por ele (da mesma forma que funciona na conexão remota entre PCs). Aguarde até que a mensagem "Pronto para a conexão" apareça e clique e no botão "Conexão ao parceiro":
Depois do carregamento, a tela do computador é aberta no dispositivo. A navegação pelo iPhone é relativamente simples: basta arrastar o dedo pela tela para deslocar o ponteiro do mouse. Para clicar normalmente, toque com somente um dedo. O botão direito do mouse é simulado ao pressionar com dois dedos ao mesmo tempo.
Caso você queira arrastar itens pela tela, dê um duplo toque e continue pressionando enquanto desloca os elementos. O scroll é feito com dois dedos puxando para cima ou para baixo. O movimento de pinça é usado para controlar o zoom na tela:
Há uma série de botões na parte de baixo do aplicativo. Com eles, você pode encerrar a conexão (1), abrir o teclado (2), clicar com o botão direito (3), diminuir ou aumentar o zoom (4), desativar a entrada remota (5) e abrir as configurações (6):
No painel de configurações há definições que podem melhorar sua experiência com o aplicativo, como modificar a resolução da tela e a qualidade da imagem. Em "Segurança" é possível escolher a opção para que as senhas sejam ou não salvas. Também há uma série de relatórios que detalham o uso feito na conexão:
O TeamViewer funciona exatamente da mesma forma no iPad:
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O TeamViewer é um excelente programa para acesso remoto e funciona no Windows, Linux, Mac e até em smartphones, como o iPhone. Caso você procure por alternativas igualmente fáceis, vale a pena experimentar o LogMeIn.