quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Flutuações da tensão da rede de energia

Este artigo é baseado no livro Instalações Elétricas Sem Mistérios, de nossa autoria, publicado em 2005. Veja no final do artigo algumas sugestões de leitura adicionais e as nota sobre as novas normas para instalações em nosso país.

Não é possível manter em toda a extensão de uma rede de energia a tensão em 110 V ou 220 V.
A própria resistência dos fios que distribuem esta energia faz com que a tensão caia progressivamente a partir do transformador, que é o ponto de partida de cada circuito, veja a figura 1.


Queda de tensão ao longo de uma linha de transmissão.
Queda de tensão ao longo de uma linha de transmissão.

É comum que no início da linha (perto do transformador) tenhamos uma tensão um pouco maior que o normal, enquanto que no final, esta tensão possa cair para menos de 100 V, no caso de uma distribuição de 110 V.
Os aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos normalmente são projetados para operarem satisfatoriamente mesmo quando a tensão varia uns 10% para mais ou para menos e as próprias fiações, conforme vimos, admitem quedas de até 4 ou 5%, no entanto, existem casos em que as variações podem ultrapassar estes limites.
Com uma tensão muito alta, existe o perigo da sobrecarga, quando então o aparelho pode "queimar".
Alguns aparelhos possuem uma chave de ajuste que permite operar com tensões acima dos 110 V (117 ou 127 V, por exemplo) ou dos 220 V (230 ou 240 V, por exemplo) para que nestes casos não ocorram sobrecargas.
De qualquer maneira, suspeitando de tensões anormalmente altas na sua rede, o melhor é fazer medições (veja como proceder no item correspondente).
Para a baixa tensão, os problemas de queima são mais raros nos eletrônicos, mas existem nos eletrodomésticos.
Assim, uma geladeira que esteja sendo alimentada com uma tensão anormalmente baixa (90 V, por exemplo) fica "tentando" dar a partida quando o termostato o exige, mas não consegue, pois não há tensão suficiente para acionar o motor.
O resultado é, que sem poder partir, o motor apresenta uma resistência muito baixa, exigindo uma corrente muito maior (as piscadas das lâmpadas mostram como a geladeira "puxa" corrente neste momento!).
Se a geladeira continuar muito tempo neste esforço, além de um bom aumento no consumo de energia da residência, o próprio motor pode sofrer danos por superaquecimento.
As variações de tensão numa rede de energia não ocorrem apenas em função do comprimento dos fios, mas também em função das variações de consumo durante o dia. Nos horários de pico de consumo, quando a corrente se eleva, a tensão pode sofrer quedas bastante grandes.


ESTABILIZADORES DE TENSÃO
Muitos aparelhos eletrônicos modernos como, por exemplo, os televisores, possuem circuitos internos que compensam as variações da tensão de entrada de modo automático. Existem até aparelhos que reconhecem se a tensão de uma tomada é de 110 V ou 220 V, adaptando-se de modo automático para seu funcionamento.
Outros aparelhos, como pequenos eletrodomésticos, não sofrem problemas maiores com variações de tensão, a não ser que ela se eleve muito além do limite superior.
Assim, eletrodomésticos com motores (ventiladores, liquidificadores, etc.) podem apenas ter pequenas variações da velocidade ou da potência. Lâmpadas têm apenas variações de brilho, ficando "mais fracas" quando a tensão cai.
Para os casos em que o aparelho é sensível às variações da tensão da rede de energia, o problema pode ser resolvido com o uso de um estabilizador de tensão.
Antigamente, nos televisores que eram muito sensíveis às baixas tensões, quando a imagem "fechava" com a tensão mais baixa eram usados os transformadores manuais, (figura 2).

Problema comum nos televisores antigos (analógicos de TRC) causado pela queda de tensão de alimentação
Problema comum nos televisores antigos (analógicos de TRC) causado pela queda de tensão de alimentação

Atualmente são usados estabilizadores automáticos que servem para manter constante a tensão de alimentação de televisores, geladeiras, computadores e outros aparelhos mais sensíveis.
Na compra de um estabilizador, o usuário deve estar muito atento à sua POTÊNCIA.
Esta potência é dada em quilo-volts x ampères ou kVA.
O estabilizador deve ter uma potência maior do que a exigida pelo aparelho que vai ser alimentado. Assim, se o televisor exige uma potência de 200 W que pode, em princípio, sem levar em conta os denominados "ângulos de defasagem", ser dada como 0,2 kVA, o estabilizador deve fornecer pelo menos 0,4 kVA para maior segurança.
Na figura 100 temos o aspecto de um estabilizador automático e o modo como ele deve ser usado, intercalado entre a rede de energia e o aparelho alimentado.


O APARELHO QUEIMA POR PROBLEMAS DE TENSÃO
Acidentes podem ocorrer quando há um corte de energia ou é feito um reparo na rede pela concessionária.
Quando é restabelecido o fornecimento de energia, podem ocorrer picos capazes de danificar aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos comuns.
Portanto, recomenda-se que em caso de corte de energia, imediatamente todos os aparelhos que estavam ligados sejam desligados.
Somente depois que a energia volta, é que podemos ligar os aparelhos que estavam sendo usados com segurança, pois a tensão estará estabilizada.
Se o corte e a volta da energia forem muito rápidos, não dando tempo ao usuário para desligar os aparelhos, provavelmente a queima acontecerá.
Se acontecer a queima de um aparelho em sua casa por problemas de fornecimento de energia de uma forma anormal ou por acidente (como a interrupção do neutro da rede, conforme vimos) a empresa distribuidora deve indenizá-lo.
O procedimento normal consiste em fazer um orçamento do reparo do aparelho danificado e depois encaminhar à concessionária de energia uma carta, indicando o dia e a hora do corte ou anormalidade com o dano e o custo do reparo.
Em geral, depois de verificado se naquela data houve realmente uma anormalidade de fornecimento de energia, o pagamento dos reparos é efetuado.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Saiba como escolher um chuveiro elétrico que esquenta de verdade




Entenda o que faz diferença na temperatura da água para o banho no inverno e no verão

Um dos momentos mais temidos dos dias frios é o banho: tirar a roupa quentinha e entrar debaixo da água - que nunca está tão quente quanto o desejado. E como escolher o chuveiro elétrico que deixa a água na temperatura ideal para não congelar no banheiro?
banho-chuveiro elétrico-inverno

Dois fatores vão influenciar o banho quente: a vazão de água e a potência do chuveiro. A vazão é a quantidade de líquido que sai pelos buraquinhos da ducha. "Quanto maior a vazão, mais fria a água". Isso porque, continua, a mesma quantidade de calor vai ter que aquecer uma quantidade maior de líquido.


E qual a quantidade de calor? Isso é determinado pela potência da resistência do chuveiro, medida em quilowatts. Na verdade, todas as duchas têm a capacidade de elevar a temperatura da água uma quantidade máxima de graus, ou seja, se a água vem mais fria, sai mais fria, e se chega mais quente, também sai mais quente. Por exemplo, se o equipamento sobe a temperatura em 30 graus Celsius e a água entrar a 10°C, o banho será a 40°C. Já se a água estiver a 20°C, atingirá 50°C.
Por isso os chuveiros têm a opção de inverno/verão ou quente/morno. No verão ou morno, apenas uma parte da potência do chuveiro é usada, para que o aquecimento seja adequado. O número de graus que a ducha pode elevar a água está discriminado na embalagem, e na hora da compra é a forma mais fácil de optar entre um e outro modelo. "Eu escolho a partir dessa informação".
220V ou 110V Teoricamente, não haveria diferença entre um chuveiro 220V ou 110V, mas, na prática, o chuveiro 220V esquenta um pouco mais. "O corpo humano é muito sensível a essas pequenas alterações de temperatura da água, então conseguir que ela saia 1°C ou 2°C mais quente, já faz toda a diferença", explica o engenheiro eletricista, para quem vale à pena ter a ducha de voltagem maior.
A rede elétrica necessária para receber o equipamento 220V ou 110V também tem diferenças. Com menor voltagem (110V), mantendo-se a potência, é preciso que a fiação seja mais grossa pois a quantidade de corrente elétrica que passa pelos fios será maior. Por exemplo, para uma ducha de 5 kW, os fios devem ter 10 milímetros quadrados na rede 110V, enquanto que na rede 220V bastam 6 mm².
Por que "a chave cai"?
E sabe quando no meio do banho o chuveiro desliga porque caiu o disjuntor quando alguém ligou o micro-ondas ou o aquecedor na sala? Culpa da fiação, que não está preparada para um consumo tão grande de energia ao mesmo tempo.
Para conferir para qual consumo a fiação do imóvel está preparada? A dica é olhar na caixa de luz o valor que está marcado no disjuntor. O mínimo necessário na rede 220V é 25 amperes, enquanto para a 110V esse número é 40 A - no exemplo do equipamento de 5 kW, o mínimo seria 50 A.
Com a correta fiação e o disjuntor adequado, é possível ter um chuveiro 220V mesmo que o resto da casa seja 110V. Para isso, faz-se uma ligação bifásica, que permite a distribuição da corrente - em ligações monofásicas, o disjuntor cai. Para saber se o imóvel já está ou não pronto para isso, o engenheiro indica a contratação de um eletricista.
Com tudo adequado, o morador pode trocar sozinhio seu chuveiro - sem precisar recorrer a especialistas. A dica aqui é seguir corretamente as instruções de instalação - por exemplo: puxar ao menos sete centímetros de fio para fora da parede, enrolar bem as duas pontas para que não haja interrupções na passagem de energia, e isolar com fita a junção de fios. É interessante também usar o conector cerâmico, que substitui a tomada na parede e garante a segurança da instalação.
Pressão da água A pressão da água depende da altura da caixa d'água. Ou seja, quanto mais alta estiver a caixa, maior a pressão. Para quem está debaixo do chuveiro, a diferença na verdade é na vazão, diretamente proporcional à pressão. Quanto maior a diferença de altura entre a ducha e a caixa d'água, maior a vazão.
Redutor de pressão
"Do oitavo andar para baixo, costuma-se usar o redutor de pressão, uma peça que vai na entrada do cano e faz com que menos água entre no chuveiro", orienta. Com menos água para ser aquecida, mais quente ela sai para quem está tomando o banho. Mas o engenheiro ressalta que não se deve usar o redutor em alturas menores do que três pavimentos, pois a quantidade de água acaba sendo muito pequena e causa superaquecimento no chuveiro e na rede elétrica.
Em imóveis onde a pressão da água é muito baixa - ou quando o aquecedor está muito longe da ducha -, pode-se usar um pressurizador. O equipamento elétrico permite ter mais vazão, e em casas com aquecedor, acelera a chegada da água quente do aquecedor até o banheiro. Uma alternativa ao pressurizador é aumentar a potência do aquecedor, mas o consumo de energia, nesse último caso, é mais alto.
Consumo, usar chuveiro 220V ou 110V não faz diferença na conta de luz. Isso porque o medidor conta quantos quilowatts são consumidos por hora, ou seja, o valor depende da potência da ducha - 4 kW, 5kW, 7,5 kW.
Mitos e verdades
> Chuveiro de plástico derrete? Hoje em dia, não derrete mais. Antigamente existia essa possibilidade, pois o material dos conectores - componentes que fazem o chuveiro ligar quando entram em contato - era de qualidade inferior. Eventualmente os conectores derretiam e ficavam grudados, ou seja, o chuveiro ficava ligado mesmo após o registro ser fechado. Sem água, a resistência poderia superaquecer e causar algum tipo de derretimento.
"Mas o que derrete, e é bem comum, é aquela tomada que muitas pessoas instalam no box para ligar o chuveiro". Não se deve fazer isso, pois a tomada comum não é preparada para receber tanta corrente quanto é necessário para alimentar uma ducha - em números, o máximo que a tomada aguenta é 20 A, e a corrente de um chuveiro em geral é de ao menos 25 A. O que acontece é que a tomada fica sobrecarregada e acaba derretendo, o que pode levar até a um incêndio. E essa tomada nem pode ser protegida pelo disjuntor, porque o disjuntor só cai quando a corrente é maior do que deveria. "Só que o disjuntor do chuveiro é de 25 A, 40 A, 50 A, então uma corrente de 25 A que prejudica a tomada não indica perigo ao disjuntor", esclarece. O ideal na hora de instalar a ducha é usar o conector cerâmico ou fazer a ligação direta entre os fios do equipamento e os fios da rede elétrica do imóvel.
> Chuveiro de metal pode matar? Pode. "Esse tipo de chuveiro já foi até apelidado de 'el matador', porque houve muitos casos de pessoas que morreram eletrocutadas por ele". O problema é quando a resistência queima e se parte. Uma das extremidades pode encostar no corpo do chuveiro, e transferir para ele a eletricidade que recebe da fiação. Como o corpo é de metal, um material condutor, quem está tomando e encostar no chuveiro pode tomar um choque.




Existe diferença entre ducha e chuveiro?

Significados populares fazem distinção pela vazão dá água, mas o que conta é a forma de aquecimento

Sim, existe diferença entre ducha e chuveiro. Mas não é a que você está pensando. A diferença técnica entre um e outro está na forma de aquecimento da água, enquanto que a distinção, no conhecimento popular, está na vazão da água.
A ducha, na verdade, não esquenta a água. O líquido vem quente de outro lugar - aquecedor a gás, por exemplo - e a ducha apenas "espalha" a água. Como não precisa empregar energia no aquecimento, a ducha tem capacidade de aspergir mais quantidade de água, ou seja, tem maior vazão.
Existe diferença entre ducha e chuveiro? - Significados populares fazer distinção pela vazão dá água, mas o que conta é a forma de aquecimento


"Há alguns anos, uma marca tradicional começou a chamar de 'ducha' um chuveiro elétrico que tinha um jato mais forte do que o da empresa concorrente, e até hoje se associa a palavra 'ducha' a um equipamento com mais vazão de água".Tecnicamente, no entanto, chuveiro é aquele que tem um mecanismo próprio de aquecer a água - como uma resistência elétrica, por exemplo. Por causa da energia que gasta no aquecimento, sua capacidade de aspersão é menor.
Quem fizer questão de dar o nome certo ao que tem no banheiro ainda tem duas outras formas de identificar. A ducha não tem fios e fica grudada à parte, usando um determinado ângulo de inclinação para chegar a quem está tomando o banho. Já o chuveiro tem fios e um cano que o afasta da parede.
As opções do mercado No mercado, as principais marcas oferecem mais de 20 opções de chuveiro cada uma. As principais diferenças estão na potência e no espalhador (vazão). A presença do pressurizador como parte do chuveiro também abre o leque de possibilidades, e a chamada resistência blindada amplia ainda mais a gama oferecida.
A quantidade de temperaturas disponíveis começa em três - desligado, verão/morno e inverno/quente - e pode chegar a um número grande, uma vez que os chuveiros com controle eletrônico permitem ajuste gradual da temperatura da água. Nesses modelos, é comum a haste prolongadora, que põe o ajuste literalmente ao alcance de todos, pois não é preciso mais os famosos "pulinhos" para mudar a chave no corpo da ducha.
Existe diferença entre ducha e chuveiro? - Significados populares fazer distinção pela vazão dá água, mas o que conta é a forma de aquecimento
Outro detalhe é que as marcas oferecem os chuveiros em diferentes opções de cor, inclusive com detalhes cromados, de modo que o equipamento possa combinar com o estilo do banheiro.
As opções mais simples costumam ter três opções de temperatura, como a Lorenducha, da Lorenzetti, e a Ducha SS Ballerina, da Corona.
Existe diferença entre ducha e chuveiro? - Significados populares fazer distinção pela vazão dá água, mas o que conta é a forma de aquecimento
Com quatro temperaturas, as marcas oferecem, por exemplo, Corona Gorducha e a Lorenzetti Bella Ducha.
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Com jato mais forte (mais vazão), existem alternativas com corpo (espalhador) mais largo, como a Lorenzetti Advanced e a Corona MegaBanho. Os modelos também oferecem versões com pressurizador.
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Com diferentes opções de temperatura, incluindo modelos com controle eletrônico, existem no mercado chuveiros com jato direcionável. A Corona tem, entre eles a Ducha SS, e a Lorezentti oferece, na gama, a Jet Control.
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terça-feira, 9 de junho de 2015

Vírus no Facebook posta conteúdo pornográfico; saiba removê-lo

           

Um vírus chamado "Amazonaws" tem atrapalhado alguns usuários do Facebook. Sem o consentimento do usuário, ele publica vídeos de conteúdo pornográfico em perfis do site social, marcando diversas pessoas nas postagens, e se aloca no computador na forma de uma barra de busca.

O vírus se espalha através de anexos de e-mails, páginas comprometidas da internet ou mesmo através dos posts maliciosos do Facebook. Por isso, caso você receba uma notificação dizendo que um amigo seu disse que esteve com "você e mais 19 pessoas", é melhor não clicar no link.

Reprodução

Como remover?

Para remover o vírus, é necessário vasculhar seus aplicativos do Facebook e extensões de navegador em busca de algo estranho. Veja como fazer isso abaixo:

No Facebook, vá até "Configurações" (a opção aparece sob uma lista do lado direito da barra superior). Em seguida, clique em "Aplicativos" (a primeira opção da última aba, à esquerda). Quando a lista aparecer, clique em "Mostrar todos", veja se há algum aplicativo de aparência maliciosa associado à sua conta e remova-o (aproveite para remover os aplicativos inúteis que acabam se associando à sua conta).

Em seguida, é necessário verificar as extensões do navegador. No Chrome, clique no ícone com três barrinhas horizontais, à direita na barra superior do navegador, e vá em "Configurações". Na tela que se abre, do lado esquerdo, há um ítem chamado "Extensões": clique nele. Você verá então uma lista com todas as extensões associadas ao seu navegador. Se alguma lhe parecer estranha, delete-a clicando no lixinho ao lado dela.

No Firefox, o procedimento é semelhante: basta clicar na opção "Complementos" para ver a lista de complementos que seu navegador está usando, e apagar qualquer um que seja suspeito. No Internet Explorer, por sua vez, clique em "Gerenciar complementos" e depois em "Barra de ferramentas e extensões".

Caso essas opções não funcionem, pode ser necessário desinstalar o navegador e reinstalá-lo de novo em seguida. De qualquer maneira, após removido o programa malicioso, vale a pena fazer uma varredura com algum programa antivírus para garantir que nenhum outro arquivo nocivo foi instalado no computador durante o período de vulnerabilidade.

Corange Informática


quinta-feira, 4 de junho de 2015

Como limpar uma Impressora?

Dicas práticas para fazer uma limpeza na sua Impressora

Sujeira acumulada é uma das causas mais comuns em uma impressora, além da poeira a própria tinta ou o pigmento do toner podem causar problemas. Isso acaba gerando custo com manutenções desnecessárias.
O engasgue de papel é causado por pequenas partículas que impedem o processamento de impressões, essas partículas ficando no caminho entre engrenagens e cilindros, impedindo a passagem livre de formatos simples e causando ruídos.
No caso de impressoras jato de tinta, o carro de impressão, que é a caixa na qual ficam encaixados os cartuchos de toner nas cores primárias, por exemplo, tem sua passagem prejudicada por partículas e sujeiras que estejam acumuladas pelo caminho, o que pode então danificar toda a estrutura interna da impressora, impedindo esta até mesmo de funcionar.
Em impressoras laser, o caso é ainda mais grave. A sujeira acumulada pode se prender nos cilindros que aquecem o papel no processo de impressão e marcar toda e qualquer imagem e conteúdo que seja impresso nesta, o que faz com que você não consiga imprimir nada muito chapado sem que saiam falhas visivelmente negativas para o resultado final.
 


Como limpar sua impressora


Se você usa pouco a sua impressora jato de tinta, a limpeza pode ser feita uma vez ao ano, garantindo a integridade do equipamento e seu pronto uso.
Para as impressoras laser, o ideal é que a limpeza seja feita a cada troca de toner, pois neste caso, o toner que é em pó pode mais facilmente se depositar em pequenos compartimentos que virão a atrapalhar muito em breve. Para ambos os modelos de impressora, você pode usar álcool isopropílico para limpá-las internamente, garantindo total cobertura de limpeza, sem agredir a funcionabilidade do equipamento, pois este produto é totalmente indicado para o caso.
Esta limpeza deve ser feita com a impressora desligada, para garantir que nenhum processo seja interrompido e para que você tenha tempo para limpar todas as áreas isoladamente. A limpeza externa do equipamento é bem mais simplificada, porém tão importante quanto a interior. Mantendo a máquina limpa em ambas as circunstâncias, você garante que dejetos externos não agridam a impressora caso entrem nesta.
Para limpar por fora de sua impressora, utilize produtos multiuso, passando este com um pano. Evite o uso excessivo de produtos para que este não invada o ambiente interno da impressora e prejudique a área interna, agredindo o funcionamento da mesma. Vale a pena ressaltar que um equipamento que não é muito usado, pode ainda ser coberto com uma capa de tecido ou plástico para evitar que se suje sem motivo.